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domingo, 21 de agosto de 2016

Superação que valeu um ouro!

Jogadores brasileiros comemoram o tri Olímpico. Foto: Reuters
Alô, amigos!
Pra quem conhece voleibol sabe exatamente o que vou escrever! 

Estou extremamente feliz por ter tido o privilégio de ver a nossa seleção brasileira masculina conquistar a terceira medalha de ouro. Em 1992, nas Olimpíadas de Barcelona, o Brasil de Maurício, Carlão, Tande, Marcelo Negrão, Giovane e Paulão com o comando de Zé Roberto Guimarães trazia o primeiro ouro da história para o país. Um time incrível, com grandes craques, que poderiam decidir a qualquer momento.

A segunda medalha de ouro em Jogos Olímpicos veio em 2004, em Atenas. A equipe brasileira já comandada pelo gênio Bernardinho que tinha no time jogadores extraordinários como Ricardinho, Nalbert, Dante, André Heller, Serginho, Gustavo Endres, Giba, André Nascimento. Venceram porque eram grandes craques!

É preciso ressaltar, que a medalha de prata conquistada em 1984, em Los Angeles, também tínhamos uma equipe de gênios, como William, Montanaro, Renan, Bernard, Amauri, Xandó, mas havia o time norte-americano de Karch Kiraly pela frente. 

Embora inferior tecnicamente, seleção possui grandes jogadores como Bruninho e Wallace. Foto: Reuters
Com certeza, a medalha de ouro que temos mais motivos para comemorar é esta, dos Jogos do Rio 2016! Afinal, na minha modesta avaliação, a atual seleção (vencedora é verdade), é a que mais apresenta inferioridade técnica em relação as demais citadas acima, que também levaram o ouro. Inclusive, a seleção de ouro deste ano é inferior a geração de prata. Mas, é vencedora!

E, conquistou o ouro porque tem um gênio no banco de reservas chamado Bernardinho. E porque os jogadores tiveram muita raça, determinação e apoio do torcedor! Sem dúvida, a superação valeu um ouro para o meninos do voleibol. Por isso, que no início, lá em cima, escrevi: pra quem conhece voleibol sabe o que estou escrevendo.

Agradeço ao Serginho por tudo que fez pelo voleibol brasileiro
Quero agradecer a dois personagens históricos do nosso esporte: Bernardinho o líbero Serginho. Os caras, simplesmente, são sensacionais. Foram eles, pra mim, os grandes nomes desta medalha de ouro. Obrigado, Bernardinho! Obrigado, Serginho!



quarta-feira, 17 de agosto de 2016

CBV precisa repensar o voleibol brasileiro!

Meninas da seleção feminina foram eliminadas prematuramente nos Jogos Olímpicos. Fotos: CBV/Inovafoto
Alô, amigos!
Infelizmente é fato: o voleibol brasileiro não passa por um bom momento dentro e fora da quadra. As nossas seleções masculina e feminina são reflexos desta situação diferente do qual estamos vivendo. Tivemos uma eliminação dura da equipe feminina treinada por Zé Roberto Guimarães neste Jogos Olímpicos. E, não ficarei surpreso, se o time masculino comandado por Bernardinho for eliminado também nas quartas de final, embora acredite na qualidade dos nossos jogadores sobre os argentinos. Mas, para conquistar a medalha de ouro, terá que fazer muita força!

Na minha opinião, o problema maior está concentrado na condução de forma antiga dos dirigentes da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV). É inadmissível que a CBV continue fomentando e buscando dinheiro para colocar exclusivamente nas seleções. É necessário ampliar verbas para os clubes. É necessário ter uma visão macro do voleibol, em todo o país, e não somente em alguns estados.

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É preciso incentivar o voleibol na base. Os clubes que disputam tanto a Superliga A ou B, no masculino e feminino, precisam ser fortes também na base. Para jogar as competições nacionais, a CBV precisa EXIGIR que possuem uma ou duas equipes de base, para que possamos descobrir novos valores. 

Precisamos acabar de uma vez por todas com os times safristas que entram na Superliga e jogam uma, duas ou três temporadas. A CBV precisa colocar um basta nisso. O time que entrar nas competições nacionais deve permanecer vivas por no mínimo dez anos. 

Lucarelli é o futuro do voleibol masculino
E para finalizar, os dirigentes da CBV deveriam modificar o nosso calendário. É inadmissível que os jogadores fiquem sem trabalho, sem treinar, sem jogar por 6 meses após o término da Superliga até o começo da próxima temporada. Isso é demais!

Portanto, se não ajeitarmos a casa, dificilmente voltaremos a ser fortes como um dia fomos no voleibol! Fica a dica!

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Seleção do Bernardinho pode evoluir mais nestes Jogos Olímpicos?

Vitorioso técnico Bernardinho será fundamental a partir de agora. Fotos: CBV/InovaFoto
Alô, amigos!
Embora a nossa seleção brasileira masculina de vôlei tenha conquistado a vaga às quartas de final dos Jogos Olímpicos em um jogo dramático diante do forte time da França, ainda tenho minhas dúvidas sobre a capacidade da equipe comandada pelo técnico Bernardinho.

Será que a seleção ainda pode evoluir mais neste torneio? Esta é a pergunta que todos especialistas fazem sobre o desempenho de cada jogador e da equipe de uma forma geral. Contra a França já vi o ponteiro Lucarelli chamando um pouco mais a responsabilidade. Observei o oposto Wallace virando mais bolas. 

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Porém, algumas situações me deixam preocupado, como os desempenhos do levantador Bruno e do central Lucão. Os dois não estão em um bom momento! Tomara que a partir do jogo contra a Argentina eles possam entrar definitivamente nas Olimpíadas. 

Acredito, que a seleção brasileira irá vencer os hermanos, todavia, a partir da fase de semifinal o monstro será ainda mais bravo, pois passando o Brasil irá enfrentar o vencedor de Rússia e Canadá. 

Equipe brasileira terá que evoluir tecnicamente será quer conquistar o ouro
Até lá, espero, sinceramente, que a nossa seleção esteja melhor tecnicamente, afinal, são grandes jogadores de voleibol! Com certeza, o vitorioso técnico Bernardinho será fundamental nesta reta decisiva dos Jogos Olímpicos. 

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Jogar em casa está sendo um ´peso` para o Bruninho!

Bruno Rezende é levantador titular da nossa seleção masculina. Fotos: InovaFoto/CBV
Alô, amigos!
Sinceramente, não achei uma coisa do outro mundo a derrota da seleção masculina de voleibol para o time norte-americano. Não podemos fazer, de maneira alguma, terra arrasada. Foi um jogo extremamente disputado, embora o Brasil tenha perdido por 3 sets 1. Encaramos de igual para igual uma equipe jovem e muito equilibrada na quadra.

Porém, alguns pontos preciso colocar, como jornalista esportivo que acompanha o voleibol desde 1995. A seleção do Bernardinho encontra problema para ter uma jogador que possa definir. Aquele cara que, quando o jogo está difícil, o levantador olha para o lado, e diz: vai que é tua! O cara que decide! Um Giba da vida. Um Giovani, um Tande, um Carlão, um Nalbert! 

Contamos com ótimos jogadores, mas, não vejo Walace, Lucarelli, Lucão ou Maurício Borges como os que podem chamar a responsabilidade. E o jogo contra os Estados Unidos mostrou isso. Lucarelli sumiu, afundou!

Ponteiro Lucarelli é ótimo, mas sumiu no jogo diante dos Estados Unidos
Outro problema está na posição de levantador. Bruno Rezende é excelente, entretanto, acredito que jogar em casa, no Rio de Janeiro, está se tornando um peso pra ele. Nas duas partidas anteriores, apesar das vitórias, não senti firmeza no Bruninho. Estou achando ele um pouco nervoso e ansioso para definir as jogadas. E ele precisa estar tranquilo, afinal, é o cérebro da equipe. 

De qualquer forma, estou confiante na medalha de ouro! 

domingo, 7 de agosto de 2016

Voleibol começou bem, mas precisamos melhorar para conquistar o ouro nestes Jogos Olímpicos!

Gaúcha Fê Garay foi o destaque da seleção feminina na estreia. Fotos: William Lucas/Inovafoto/CBV
Alô, amigos!
A nossa maior esperança de medalha de ouro nestes Jogos Olímpicos estão sobre os ombros e mãos dos jogadores de voleibol, tanto masculino quanto feminino. E, começamos muito bem, vencendo adversários de um menor escalão no quadro mundial, Camarões e México.

A seleção brasileira feminina de vôlei venceu Camarões por 3 sets a 0 (25/14, 25/21 e 25/13), em 1h03 de partida no ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro. O destaque pelo lado brasileiro, quem mais pontuou foi gaúcha Fê Garay com 12 pontos. Foi uma estreia, convenhamos, sem dificuldades! Acredito que o time comandado pelo competente treinador José Roberto Guimarães possa ainda evoluir mais.

Já o time masculino, do técnico Bernardinho, enfrentou os mexicanos e teve algumas dificuldades, principalmente no primeiro set, inclusive perdendo o set. E olha que a equipe do México é muito inferior tecnicamente, mas teve muita aplicação, diferentemente da nossa seleção brasileira. 

Levantador Bruninho (centro) precisa ser mais criativo. 
A partir do segundo set, o time brasileiro entrou em quadra mais ligado! A equipe encaixou, com destaque para Wallace, Lucarelli, Evandro e o levantador William. Vencemos por 3 sets a 1, mas não fiquei muito convencido! Não gostei do desempenho do Bruninho. Com certeza, ele pode ser mais eficiente, mais criativo do que foi nesta partida de estreia. 

Acredito que ambas as seleções precisam melhorar mais para chegar onde queremos, que é disputar o ouro Olímpico!

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Qual o futuro do nosso voleibol na Olimpíada do Rio?

Os nossos treinadores são extremamente competentes
Alô, amigos!
Embora tenha minhas restrições como os dirigentes da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) administram o esporte, quero dizer que vou torcer e muito pelo sucesso das nossas seleções neste Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. 

Bernardinho é o grande trunfo da seleção masculina
Acredito demais nos trabalhos tanto do Bernardinho quanto do Zé Roberto Guimarães. Apesar de ver neste momento a seleção masculina um pouco a frente do time feminino. Estamos atravessando um momento de renovação em ambas as equipes, porém, a qualidade dos comandados de Bernardinho é superior em algumas posições onde a seleção feminina sofreu mudanças.

Levantador William Arjona é dos destaques
Não temos mais Giovani, Tande, Carlão, Nalbert, Giba, Maurício, Ricardinho, Gustavo, Andre Heller, mas contamos com jogadores de muita qualificação, como o ponteiro Lucarelli, os levantadores William Arjona e Bruninho, o oposto Wallace e claro, o libero Serginho, remanescente de grandes equipes. 

Jaque é uma esperança do time feminino
Já no time feminino não contamos mais com a levantadora Fofão, nem com Fernanda Venturini, mas temos a Dani Lins, que possui qualidade. Não temos mais Leila, Érika, Fabi, entre outras. Porém, temos a Natália, Scheila, Jaqueline e a jovem Gabi. 

Vou aqui antes de iniciar a competição, escrever que a seleção masculina chegará ao seu objetivo. Pra mim, levará a medalha de ouro, Mas, a nossa seleção feminina ficará pelo caminho, infelizmente! É chute, sentimento e ao mesmo tempo, uma análise do atual momento das duas equipes!

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Seleção está invencível!

Seleção do Bernardinho está sobrando neste mundial
Katowice (Polônia) - Nesta quarta-feira, na Spodek Arena, em Katowice, sem encontrar muita resistência a seleção venceu a Bulgária por 3 sets a 0, parciais de 25/15, 25/21 e 25/21, na estreia na segunda fase do Mundial da Polônia. Com o resultado, manteve a escrita no torneio: garantiu a sexta vitória em seis partidas e a liderança do Grupo com 12 pontos, um a mais que a Rússia.

OPINIÃO: As temidas pancadas nem pareciam tão fortes assim. Sokolov passou um set inteirinho sem conseguir marcar um ponto sequer. O saque búlgaro também não entrava com a facilidade habitual. Do outro lado, o Brasil trabalhou firme no bloqueio - nove no total. Murilo, caçado nos serviços, deu conta do recado, e o ataque fez a sua parte. Brasil caminha a passos largos rumo a mais um título.  
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