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sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Cimino quer ser candidato a presidente da CBV!

Presidente Cimino acredita que o voleibol brasileiro pode se fortalecer ainda mais. Foto: Facebook pessoal/Carlos Cimino
Alô, amigos!
Há bastante tempo escrevo sobre as mudanças que são necessárias para que possamos manter um grande padrão do nosso voleibol. Porém, algumas atitudes de coragem dever ser tomadas. E por pessoas de coragens! Caso contrário, poderemos ter muitas dificuldades nos próximos 20 anos. 

Ainda somos uma potência neste esporte, mas se continuarmos pensando somente em fomentar as seleções, certamente estaremos fadados a falência! Temos que solidificar o trabalho de base nos clubes, por todo o Brasil, para reforçarmos as seleções. E não ao contrário, como acontece hoje!

"Conversando com o presidente da Federação Gaúcha de Voleibol (FGV), Carlos Cimino, na última quarta-feira, em Bento Gonçalves, fui surpreendido por uma colocação sobre o futuro do vôlei nacional" 

Cimino me adiantou que tem interesse em se candidatar à presidência da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV). Disse que respeita os dirigentes atuais, mas já está trabalhando com esta possibilidade. As eleições na CBV acontecerão em 2019!

Clubes brasileiros precisam ser fortalecidos
Considero uma atitude de extrema coragem do Cimino! Tenho certeza de que ele conhece os grandes problemas que hoje prejudicam o desenvolvimento do nosso voleibol. Espero que continue firme neste propósito de ser candidato para comandar a entidade maior do vôlei brasileiro. Capacidade, com certeza, ele tem! 

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Qual será o legado do ouro para o nosso voleibol?

Este ouro precisa deixar um legado para o voleibol nacional. Foto: CBV/InovaFoto
Alô, amigos!
Sinceramente, espero que o terceiro ouro Olímpico tenha reflexo no voleibol nacional. Espero que a medalha possa representar a mudança que todos querem, principalmente os atletas. Temos aqui, sem dúvida, uma das principais ligas de voleibol no planeta, mas muito mal gerido pelos dirigentes da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV).

Após a conquista da medalha li no Facebook do ex-jogador da seleção brasileira nos Jogos Olímpicos de Seul 1988, levantador Paulo Roese, que a vitória do Brasil precisa deixar um legado. Concordo plenamente com o meu amigo e ídolo Paulo Roese. Ele escreveu o seguinte na rede social: ´Desculpa sei que o momento não é o apropriado, mas POR FAVOR, olhem com mais carinho e respeito para a nossa base e principalmente para nossas equipes fragilizadas, LEGADO, todos os atletas e CT estão no BRASIL , vamos aproveitar, POR FAVOR, CBV´.

Roese, não precisa pedir desculpas! Você está coberto de razão. Aliás, é sim, o momento apropriado para debatermos mudanças radicais no voleibol brasileiro. Está mais do que na hora dos dirigentes da CBV pararem de olhar somente para as seleções. Temos que fortalecer os nossos clubes. É de lá que saem os jogadores jovens que irão servir a seleção e não ao contrário como acontece hoje em dia. 

Paulo Roese tem toda razão ao cobrar da CBV
Ganhamos o ouro nesta Olimpíadas por que tivemos um gênio no banco de reservas chamado Bernardinho e a raça e determinação dos jogadores, que são inferiores tecnicamente de outras gerações. O apoio da nossa torcida também foi essencial para o título. 

Espero, que a partir desta semana, os dirigentes da CBV iniciem as mudanças necessárias no nosso voleibol com calendário justo e equipes fortes. Por que, convenhamos, é triste todo final de temporada os jogadores ficarem sem jogar por cerca de cinco meses e com clubes quebrando sem condições de seguir em frente por falta de apoio financeiro!

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